
O home office compulsório foi imposto pela pandemia a muitas empresas automotivas que ainda não tinham uma cultura de trabalho remoto estabelecida. Agora, depois de viver essa experiência por mais de um ano e meio, é consenso que o modelo ideal é híbrido. Essa, ao menos, é a preferência de 77% dos respondentes da pesquisa Liderança do Setor Automotivo, realizada por Automotive Business em parceria com Mandalah e MHD Consultoria.
Este texto integra o especial Liderança do Setor Automotivo
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É preciso aceitar os termos.
O levantamento traz a visão de mais de 1.893 executivos e executivas, entre profissionais que desempenham funções de média gestão, como gerência e coordenação, e pessoas da alta gestão, como diretoria, vice-presidência e presidência. Entre os entrevistados, apenas 14% entendem que o melhor modelo de trabalho para o pós-pandemia é totalmente presencial e 4% acreditam que o ideal seria aderir a uma jornada totalmente remota.
Aksel Krieger, CEO do BMW Group Brasil, participou de reunião de presidentes para debater os resultados da pesquisa, e fala dos desafios impostos pelo formato:
“Com o home office, perdemos um pouco, sentimos falta do olho no olho e da cultura da empresa. Para lidar com isso, além de investir na segurança na fábrica, aumentamos a frequência da comunicação e a transparência”, diz.
O executivo reforça que o período demanda resiliência, flexibilidade, agilidade e, principalmente, empatia.

Esgotamento, produtividade e equilíbrio: os sentimentos do home office
Em geral, para a liderança automotiva, o trabalho remoto teve saldo mais positivo do que negativo. Entre a alta liderança, 36% associam que o home office gerou oportunidades, enquanto 28% apontam que trouxe mais conforto e praticidade. Outros aspectos positivos destacados forma melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional, além de produtividade.
Por outro lado, 35% da alta liderança apontou que houve invasão de horários e privacidade e 22% indicam que o formato traz mais dificuldade para avaliar a performance da equipe. Já entre os profissionais da média gestão, há sensação ainda maior de produtividade com o home office e, ainda, 20% admitem agravamento da sensação de ansiedade.
Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina, concorda que o home office e o momento pandêmico é ambíguo:
“Hoje estamos com o nível mais alto de produção da nossa história e por trás tem muito envolvimento das pessoas e trabalho em equipe nesses últimos meses. Por outro lado, vejo com uma certa desconfiança porque somos humanos e a nossa resiliência tem um limite. Foi um momento muito pesado e temos grande preocupação com a saúde mental das pessoas”, diz o executivo.
Ele aponta que a companhia tem trabalhado para compensar o distanciamento físico, fomentando uma cultura de confiança e apoio mútuo que, presencialmente, era transmitida mais facilmente.


