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Após proposta de lay-off, acordada em ata pelas partes, a montadora voltou atrás e, então, ofereceu o pagamento de 15 salários aos funcionários demitidos. As conversas não evoluíram e seguiram para reunião de conciliação no Ministério Público do Trabalho (MPT), que propôs o pagamento adicional de até 20 salários afora os pagamentos rescisórios.
Na segunda-feira, 23, no entanto, a montadora informou os trabalhadores que seguirá com suas intenções de pagar apenas os 15 salários estipulados em sua primeira proposta aos funcionários.

Contrários à decisão, os trabalhadores decidiram na manhã da terça-feira, 24, em assembleia, ocupar as instalações da Caoa Chery, um protesto que, segundo Guirá Borba de Godoy Guimarães, secretário do sindicato regional, durou cerca de duas horas e mobilizou boa parte do quadro da área produtiva da fábrica.
A essa altura, informou o representante dos trabalhadores, a entidade pretende manter o diálogo com a montadora. Manutenção da produção na fábrica e a aplicação do lay-off por cinco meses seguem como as principais bandeiras da causa dos trabalhadores em Jacareí. Um novo encontro entre os envolvidos, entretanto, ainda não foi marcado.
