
O executivo respondeu à acusação publicada na agência de notícias Bloomberg, segundo a qual a Receita Federal investiga a chegada dos veículos coreanos ao Brasil com preço 40% abaixo do praticado no restante do mundo. A suspeita é de que está havendo sonegação de impostos.
O executivo afirmou à Folha que desconhece a ação da Receita e que, em novembro do ano passado, ao tomar conhecimento de denúncias dos concorrentes, procurou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para esclarecer que os valores praticados ocorrem graças a descontos vindos da fabricante, devido à desvalorização da moeda coreana.