Chegar ao carro elétrico é um objetivo comum a fabricantes europeus, asiáticos e norte-americanos, passando muitas vezes pelo desenvolvimento de híbridos, que combinam motores elétrico e a combustão. Seria uma boa solução?
Segundo notícia publicada no site Terra, estudo da Associação de Transporte e Meio Ambiente do Reino Unido coloca em xeque os esforços da indústria automobilística na pesquisa e criação de automóveis elétricos.
Segundo o órgão governamental, “os carros elétricos devem ser lembrados por sua eficiência energética, e não por mover as emissões dos canos de escapamento para as chaminés das usinas de eletricidade”.
O trabalho “Como evitar um choque elétrico – Carros elétricos: do exagero à realidade” questiona os investimentos de governos e alerta que o problema não é necessariamente o carro, mas o modo como a eletricidade é gerada.
Se um país tem a matriz energética baseada em usinas de termelétricas movidas a carvão, valeria mais a pena o uso de veículos híbridos, aponta o relatório. Os países deveriam investir em soluções limpas de geração elétrica, como as usinas eólicas ou hidrelétricas.
A associação bate forte também nas políticas de biocombustível, como o etanol brasileiro e o biodiesel, que estariam criando mais problemas do que soluções.