A necessidade de reduzir as emissões de gases efeito estufa fez os países da Europa, além de Estados Unidos e Japão investirem pesado no setor, com a expectativa de que até 2020 sejam vendidos mais de 20 milhões de carros elétricos no mundo. Os investimentos previstos de apenas nove empresas são equivalentes a R$ 560 bilhões até 2022.
No Brasil o segmento ainda é incipiente. Foram vendidas no ano passado 3.296 unidades, o triplo do que foi vendido em 2016 (1.091), portanto nada comparado com mercados da Europa e Ásia.
De qualquer forma o carro elétrico não é uma necessidade imperiosa no Brasil como em outros países, onde a questão ambiental exige a redução drástica de emissões, afinal, o etanol já é o suficiente para a redução de emissões de gases.
Os veículos automotores são responsáveis por 24% das emissões de gases de efeito estufa, o que faz dos modelos elétricos um recurso obrigatório para o cumprimento do Acordo Climático de Paris, aprovado em 2015.
Entre 2016 e 2017, o número de países comprometidos com a eliminação do motor de combustão interna saltou de dois para quinze. Até o fim deste ano, Estados Unidos e União Europeia devem anunciar decisões políticas para reduzir as emissões do setor.
Este artigo foi publicado originalmente pela Agência Autoinforme
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