
Ele se diz desconfortável com a presença do ex-presidente Rinaldo Soares no Conselho de Administração, comenta que a empresa perdeu participação no segmento automotivo para a CSN por questões de oferta e afirma que deu um azar muito grande por ter sido atropelado pela crise – “mais ou menos como aconteceu com o presidente Barack Obama”.
Segundo o artigo, ele está sob pressão também dos acionistas, como a Nippon Steel, por causa da performance da Usiminas e problemas internos, entre os quais a investigação de assédio moral e sexual durante treinamento realizado pela consultoria SID APA. Como resultado, seu mandato, que vence em 30 de abril, pode não ser renovado.