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Castrol e TomTom avaliam benefícios do sistema start-stop

A Castrol e a TomTom fecharam parceria para avaliar o impacto do sistema start-stop nas condições de trânsito de 50 cidades pelo mundo. De acordo com os primeiros dados levantado motoristas cujos automóveis dispõem deste sistema podem realizar o movimento até 18 mil vezes por ano, número que, naturalmente, varia de acordo com a região, perfil de tráfego e trânsito.
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Redação AB

02 ago 2013

1 minutos de leitura

Ainda que rápidas, as paradas e partidas recorrentes no trânsito de qualquer cidade causam danos quase imperceptíveis ao motor que, em longo prazo, podem se transformar em problemas maiores. Além do desgaste de componentes diversos, o consumo de combustível é o mais afetado por longas paradas em semáforos e congestionamentos – e é nestes momentos em que o sistema é mais eficaz.

“A parceria entre Castrol e TomTom permitirá a medição do tempo médio de “start-stop” por quilômetro em determinados perímetros das cidades, descobrir qual cidade tem o tráfego mais complexo e mostrar em quais locais os condutores têm mais riscos de se prejudicar devido ao movimento”, avalia Gareth Bracchi, Técnico de Desenvolvimento Sênior da Castrol.

O estudo vai revelar as condições de tráfego em 50 grandes cidades e regiões ao redor do globo, incluindo a América do Norte (Nova York), Austrália (Sydney), Ásia (Pequim, Bangkok, Jacarta, Kuala Lumpur), Rússia (Moscou), Brasil (Rio de Janeiro) e na Europa (Londres, Istambul) e Hong Kong. A divulgação da pesquisa será feita em setembro próximo.