
“O Inmetro é responsável pela certificação dos mais diversos produtos e, por isso, deve demorar um pouco para todas as peças serem homologadas. Há um pequeno gargalo para que a entidade atenda a toda a demanda”, aponta Antonio Carlos Bento de Souza, membro do board executivo do Sindipeças e coordenador do GMA – Grupo de Manutenção Automotiva.
A estimativa é que sejam necessários dois anos para que todos os tipos de peças ganhem um selo de qualidade. Bento de Souza estima que este tempo seja suficiente também para que o governo se prepare para fiscalizar o comércio do setor.
Inicialmente o processo dá ênfase às partes que oferecem maior risco de segurança. Só serão homologados produtos vendidos no mercado de reposição, já que os componentes originais do carro, comprados pela montadora, passam por testes para atender as altas exigências das companhias.
