
O TRT, porém, ainda não oficializou a data da reunião. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, em assembleia ocorrida na segunda-feira os trabalhadores da Chery concordaram com o piso de R$ 1.850 sugerido pelo TRT e pelo Ministério Público no dia 22, mas rejeitado na ocasião pela Chery e pelo sindicato (o valor mínimo praticado pago aos montadores era de R$ 1.199).
Além do piso, os metalúrgicos querem que a Chery assine a convenção coletiva, que em seus 32 pontos concede, por exemplo, 180 dias de licença-maternidade, estabilidade para lesionados e impede a terceirização de atividades-fim. A montadora produz no Brasil o modelo Celer nas versões hatch e sedã. Estima-se que deixou de montar cerca de 450 carros desde o começo da greve.