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Redação AB
O contribuinte americano deve levar um prejuízo de US$ 1,3 bilhão em razão da saída do governo americano do capital da Chrysler. O anúncio partiu do tesouro dos Estados Unidos, segundo a CNN Money.
Por causa da crise econômica mundial de 2008, o governo americano investiu US$ 12,5 bilhões na montadora, ameaçada de falência naquela época. Desses fundos voltaram US$ 11,2 bilhões aos cofres públicos. A diferença ficou para o cidadão americano, já que nesta quinta-feira, 22, a Fiat pagou os US$ 500 milhões acertados no início de junho pelos 6% de ações da Chrysler em poder do tesouro americano.
A italiana adquiriu também nesta quinta 1,5% do governo canadense, por US$ 125 milhões. Com isso, a Fiat eleva sua participação na Chrysler de 46% para 53,5%, em bases totalmente diluídas.
A montadora também pagará US$ 75 milhões pelos direitos dos governos do Canadá e dos Estados Unidos para comprar uma participação remanescente do fundo de saúde para aposentados gerenciado pelo sindicato United Auto Workers (UAW) na Chrysler.
O fundo de saúde do UAW é o único acionista remanescente da Chrysler, com uma participação de 44,7%, ou de 41,5% em bases diluídas diluídas, segundo o Wall Street Journal.
O executivo-chefe de ambas as companhias, Sergio Marchionne, deve agir rápido para reorganizar o conselho da Chrysler e substituir cinco diretores indicados pelos dois governos, incluindo o chairman C. Robert Kidder, afirmou o jornal, citando fontes com conhecimento do assunto. As informações são da Dow Jones.
Com informações da Agência Estado