A Chrysler tem até 30 de abril para fechar sua proposta de recuperação ao governo norte-americano. A tarefa inclui acordo com os credores e entendimento com a Fiat para uma aliança. Se a montadora não tiver êxito poderá ser liquidada.
Na sexta-feira, 24, credores de US$ 6,9 bilhões em dívidas garantidas acenaram com uma redução desse valor para US$ 3,75 bilhões, mas querem ficar com 40% de participação na empresa reestruturada. O governo não deve aceitar a proposta e há pouco tempo para novos entendimentos.
A Fiat pode ter inicialmente 20% da Chrysler sem investimento em dinheiro, com a cessão de tecnologias e motores para veículos compactos. Ela teria a opção de chegar a 35% e participar da administração da nova Chrysler.
Há muitas especulações circulando no mercado sobre negociações envolvendo a Chrysler e a Fiat, sob a supervisão do governo norte-americano. “O que se lê nos jornais não é necessariamente um fato concreto”, disse Rober Gibbs, porta-voz da Casa Branca, às agências internacionais.