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Redação AB
Os ministros Aloizio Mercadante, da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e Fernando Haddad, da Educação (MEC), apresentaram o regulamento do Ciência sem Fronteiras (CsF) na terça-feira, 13. O programa vai estimular a formação tecnológica com a concessão de até 101 mil bolsas de estudo no exterior nos próximos quatros anos. Do total, 75 mil serão apoiadas pelo governo e 26 mil pela iniciativa privada.
O decreto de regulamentação do CsF cria um comitê para acompanhar os processos e parcerias com empresas privadas. Na solenidade, foram anunciados ainda os 1.500 selecionados no primeiro edital do programa. Os estudantes farão graduação em universidades norte-americanas na modalidade sanduíche, que alterna um período de estudo no Brasil e outro no exterior.
O governo destacou no evento que o programa é uma das apostas para impulsionar a inovação no País e garantir que o desenvolvimento tecnológico acompanhe o crescimento econômico. “Vamos precisar de homens e mulheres muito bem preparados, muito bem capacitados”, declarou a presidente Dilma Roussef. Para isso, foram definidas 20 áreas estratégicas em ciências básicas e engenharia.
O principal critério para a participação no programa será a nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que deve ficar acima de 600 pontos. Medalhas em olimpíadas de ciência, Prêmio Jovem Cientista, bom desempenho acadêmico e conhecimento de idiomas também serão levados em conta. O CsF tem 250 universidades parceiras e já definiu vagas para os Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália e França.