
A Citroën anunciou na segunda-feira, 29, a abertura de um novo turno na fábrica de Porto Real (RJ). A medida foi tomada para reforçar a produção do novo C3, que chega ao mercado brasileiro em setembro.
Segundo a empresa, entre 300 e 340 funcionários serão contratados a partir de setembro. O início do novo turno está agendado para outubro.
Além do Brasil, a fabricante pretende abastecer sete mercados com a produção do C3: Argentina, Uruguai, Paraguai, Peru, Bolívia, Colômbia e República Dominicana.
Segundo turno para o carro que é peça-chave para a Citroën

O novo C3 teve a produção iniciada em março. Para fabricar o novo produto, a planta fluminense passou por mudanças nas partes industrial e tecnológica, que demandaram investimentos de mais de R$ 220 milhões. Além da instalação de novos robôs, a empresa instaurou um novo processo flexível de produção que será empregado na linha do novo C3 e “ainda favorecerá os atuais modelos fabricados na unidade”.
“O Novo Citroën C3 é um dos mais importantes lançamentos dentro da nossa estratégia na região e já contou com o suporte decorrente das sinergias promovidas pela Stellantis, como nossos laboratórios e campos de provas”, afirmou, à época, o presidente da Stellantis América do Sul, Antonio Filosa.
Vale lembrar que, desde 2020, a marca tem como único automóvel de passeio à venda no país o C4 Cactus. E que, em 2021, a Citroën revelou o plano estratégico Citroën 4 All, que prevê quadruplicar sua participação de mercado até 2024, quando espera ter 4% das vendas de carros novos no país.
Para tanto, a marca anunciou o lançamento de três produtos inéditos em três anos. O primeiro deles é justamente o novo C3, sendo que os outros dois – um sedã e um SUV derivados da mesma arquitetura – estreiam em 2023 e 2024.
