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Citroën fechará o ano com cerca de 30 mil veículos

A Citroën fechará 2015 com cerca de 30 mil veículos vendidos no País e espera algo próximo a isso em 2016. “Queremos repetir ou superar este número”, afirma o diretor-geral das marcas Citroën e DS no Brasil, Paulo Solti.
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25 nov 2015

2 minutos de leitura

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O volume de emplacamentos será cerca de 45% menor que os 50,8 mil veículos Citroën registrados em 2014. Se voltarmos a 2011, quando a marca teve 90 mil unidades vendidas, a queda passará dos 65%. Naquele ano a Citroën obteve 2,6% de participação de mercado. O objetivo atual é de 1,3%.

Um dos carros que ajudarão a manter as vendas locais é o Aircross, que acaba de ser renovado (leia aqui). O hatch C3 também passará por mudanças, entre elas uma nova central multimídia. “Ele é o nosso carro mais vendido no Brasil e com qualquer incentivo ele decola”, afirma o diretor de marketing e produto da PSA para a América Latina, Fabrício Biondo.

No primeiro trimestre a Citroën fará alguma grande ação ligada a serviços. Paulo Solti não revelou detalhes, apenas que será algo abrangente, para mais de um modelo. “Temos a percepção de que precisamos melhorar nesse aspecto”, disse.

PORTO REAL VIVE NOVO RITMO

Com o encolhimento das redes Peugeot e Citroën e a redução da oferta de modelos das coirmãs, mais a retração de mercado, a fábrica da PSA em Porto Real (RJ) sofreu as consequências.

No início da década a unidade chegou a montar 27 veículos por hora e teve três turnos. O ritmo atual estaria em 20 carros por hora, em dois turnos de trabalho. O número de operários foi reduzido de 3,5 mil para 2,4 mil. Eles montam sobre a mesma plataforma os Citroën C3, o Aircross e os Peugeot 208 e 2008.

A fábrica também produz quatro motores, dois flexíveis (1.5 e 1.6) para suprir parte dos carros para o mercado brasileiro e dois a gasolina (1.4 e 1.6) que equipam alguns dos modelos feitos na Argentina.