
Em comunicado distribuído à imprensa no início da noite da terça-feira, 19, a empresa afirma que ambos os modelos foram desenhados para “mercados internacionais de rápido crescimento, como países do Mediterrâneo, Rússia e China”, dentro da estratégia de internacionalizar a marca. A Citroën informa que ambas as versões serão lançadas com o apelo de marketing de carros espaçosos, sofisticados e relativamente baratos pelo que oferecem. O lançamento na China está previsto para o fim deste ano e, em 2013, na Rússia.
A Citroën justifica a cartada citando números de mercado, destacando que os sedãs derivados de carros da plataforma C (médios) representam atualmente o maior segmento automotivo do mundo, com 20 milhões de unidades vendidas em 2011, ou cerca de um terço de todos os veículos de passageiros comprados no ano passado. Os modelos três-volumes são 43% do mercado russo e 79% do chinês.
Por enquanto, nada se fala de fabricar ou vender os novos sedãs C4 na América Latina, já que atualmente este mercado é coberto pelo C4 Pallas. Contudo, assim como deverá acontecer em 2014 com o Peugeot 301 (leia aqui), o C4 L e/ou o C-Elysée seriam evoluções naturais para substituir o Pallas no Brasil e outros mercados latino-americanos.