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CNH Industrial investe mais e quer faturar US$ 17,5 bi com agricultura

Empresa dobrou seus aportes no setor no ciclo que vai até 2024, com foco em tecnologia
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Bruno de Oliveira

25 fev 2022

2 minutos de leitura

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A CNH Industrial pretende faturar US$ 17,5 bilhões até 2024 com os negócios que mantém na área da agricultura, onde atua com as marcas Case IH e New Holland. O planejamento para se chegar até lá envolve um mix de lançamentos de veículos considerados estratégicos e, também, a demanda em seus principais mercados, como Estados Unidos e Brasil.


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Para financiar o plano de aumentar em 16% o seu faturamento no período 2022-2024, a companhia dobrou o seu investimento em pesquisa e desenvolvimento no atual ciclo. Se no período anterior foram desembolsados US$ 2,2 bilhões, no atual o número saltou para US$ 4 bilhões, os quais serao aplicados em aumento da capacidade de produção, novos produtos e novas tecnologia de precisão.

“A demanda global por produtos agrícolas está crescendo, da mesma forma que os custos. Como resultado, os empresários da agricultura estão buscando maneiras de melhorar a produtividade, e isto vai direcionar os avanços tecnológicos na cadeia de valor”, disse Derek Neilson, presidente da divisão de agricultura da CNH Industrial durante o Capital Markets Day, realizado em Miami, nos Estados Unidos.

O dobro de investimentos em tecnologia

O maior porcentual de crescimento dentro deste aporte está relacionado com tecnologia. Na comparação com o fatia do investimento que a área representou no ciclo passado, o montante destinado ao segmento nos próximos três anos é 150% maior. De acordo com Neilson, aquisições de outras companhias no período, como aconteceu com a Raven Industries recentemente, não estão descartadas.

Até 2024 a empresa também pretende expandir seu portfólio com modelos de veículos agrícolas com motores movidos a combustíveis alternativos, como é o caso do biogás. Há também a expectativa de um grande avanço sobre os serviços baseados em conectividade. No ano passado houve um aumento de 140% do volume de veículos conectados da empresa no mundo, na comparação com a base de 2020.