
A página cita um evento realizado recentemente em Bogotá, no qual especialistas e empresários estiveram na capital do país. Entre eles, o presidente da General Motors International, Shilpan Amin, e Santiago Chamorro, presidente da GM América do Sul.
Colômbia comprometida com carros elétricos
Ambos participaram de uma visita à linha de montagem do Chevrolet Joy, que será inaugurada em breve. Em determinado momento, Amin questionou como os demais executivos enxergavam o governo colombiano, atualmente comandado por Gustavo Petro.
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Ao ouvir que se trata de uma administrção comprometida com a transição energética, o presidente da GM International teria feito outra pergunta: “tão comprometido a ponto de a Colômbia ser o primeiro país da América Latina onde produziremos carros elétricos?”. A resposta foi uníssona: “Sim, senhor”.
Conversas em andamento
O site diz ainda que a própria GM Colômbia já teria tratado sobre o assunto carros elétricos com representantes do governo local. A ideia seria bastante atraente para a empresa, pois, além de atrair um investimento milionário, o país poderia se tornar um importante pólo de exportação de veículos elétricos para todo o continente – e até outras regiões.
Questionada pelo El Carro Colombiano, a filial colombiana da GM foi formal na resposta: “sempre estamos vendo oportunidades para novos projetos e a viabilidade para montar carros elétricos (na Colômbia). No momento, estamos trabalhando com o governo para isso”.
E como fica o Brasil?
Recentemente, Santiago Chamorro comentou sobre a situação do mercado brasileiro em relação aos carros elétricos. Chamorro afirmou que a GM pretende fabricar veículos zero combustão por aqui, mas admitiu que isso não deve acontecer em um futuro breve.
O executivo ressaltou que a falta de um plano de transição energética, com incentivos e um cronograma de metas e prazos, é um dos pontos que dificultam possíveis investimentos da indústria.
“Acreditamos que, com boas políticas governamentais, podemos avançar neste sentido. Precisamos de uma política de industrialização de veículos elétricos, o que ainda não existe. Há um draft, um rascunho, por meio do capítulo 4 do Rota 2030, mas tem que se estabelecer um horizonte para a produção nacional”, enfatizou.
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