
O faturamento global da montadora permaneceu praticamente estável no primeiro semestre na comparação com o registrado há um ano, com queda inferior a 1% para € 27,7 bilhões. Ainda assim, a empresa conseguiu melhorar a rentabilidade ao reduzir custos.
A performance operacional, que inclui apenas o resultado da atividade principal da companhia, melhorou 55,9%, para € 1,62 bilhão. Segundo a empresa, o bom resultado é reflexo do volume de vendas, com 1,54 milhão de veículos entregues globalmente. Foram negociados 891,3 mil unidades da marca Peugeot, com alta de 0,5%, 600,9 mil veículos da Citroën, com queda de 1%, e 51,9 mil carros da linha premium DS, que representa baixa de 2,9%.
A maior parte das vendas aconteceram na Europa, que absorveu mais de 1 milhão de unidades e cresceu 7,3%. Caíram as entregas na Ásia, para 297 mil carros, no Oriente Médio, para 87 mil licenciamentos, e na região Índia e Pacífico, com apenas 10 mil veículos. Na Eurásia os negócios continuaram estáveis, com 5 mil emplacamentos.
Ao contrário do que era esperado, a crise não fez o volume de vendas do Grupo diminuir na América Latina. Com novos produtos e ofensiva na área de distribuição, a companhia aumentou em 16,4% os negócios na região, para 88 mil carros. O Grupo PSA também destaca ter reduzido os custos fixos na operação local.
PERSPECTIVAS
A empresa traça panorama de crescimento do mercado europeu da ordem de 4% em 2016. Na China a expansão deve chegar a 8%. Enquanto isso, América Latina e Rússia tendem a encerrar o ano com queda no mercado de veículos de 12% e 15%, respectivamente. A companhia reforça os objetivos anunciados no plano Push to Pass, incluindo a meta de ampliar em 10% o faturamento entre 2015 e 2018.