Em nota, o grupo informa que espera crescimento de 3% do mercado mundial de veículos com relação a 2018; a previsão anterior era de 2,5%. Enquanto a Europa deve crescer 1,5% versus 1% previsto anteriormente, a companhia espera que o mercado francês evolua 2%. Fora da Europa, a estimativa também é positiva: para o Brasil, a Renault projeta aumento de 10% das vendas totais de veículos, considerando apenas o segmento leve: antes, a marca esperava incremento de 5%. Na Rússia, é previsto mercado elevado em mais de 10%, enquanto China e Índia crescem 5% e 8%, respectivamente.
“Pelo 3º ano consecutivo, batemos um recorde de vendas com quase 2,1 milhões de veículos em um primeiro semestre. Na Europa, o grupo continua conquistando participações de mercado e, fora dela, estamos tendo excelentes performances, principalmente na América Latina, na região Eurásia e na África”, declarou o membro do comitê executivo e diretor comercial do Grupo Renault, Thierry Koskas. |
Na Europa, os emplacamentos do grupo cresceram 4,4% no primeiro semestre em um mercado que evoluiu 2,8%. Fora dela, a companhia registra aumento de 16,4% das vendas. No mercado europeu, o volume superou volume de 1,07 milhão de unidades, o que garantiu uma participação de 11%. Sozinha, a Renault avançou 1,1% com 8,1% de mercado. No segmento elétrico, a marca mantém a liderança com 21,9% deste mercado e volumes 11,6% acima do mesmo período do ano passado. A marca Dacia também registrou recorde de vendas para o primeiro semestre na Europa, com 281,2 mil veículos e participação também recorde de 2,9%. Já a Alpine, marca que renasceu no fim do ano passado na Europa, registrou seus primeiros emplacamentos em 22 anos, com 4,8 mil unidades encomendadas.
Nas Américas, o resultado segue positivo: por aqui, a companhia registra vendas 18,1% maiores no primeiro semestre, enquanto o mercado total cresceu 6,3%. Segundo o Grupo Renault, sua participação atingiu o recorde de 7,3% na região para o período, graças à sua ofensiva de SUVs. No Brasil, enquanto o mercado avançou 13,7% na primeira metade do ano, a Renault viu suas vendas subirem quase 28% com uma participação de mercado histórica beirando os 8,4%. Na Argentina, a marca também ampliou seus emplacamentos em 22,2%, um nível duas vezes maior que o mercado, enquanto a marca representou 14,6% das vendas totais daquele mercado.
As vendas na Eurásia, que inclui a Rússia, estão em alta de 15,1% com 25,8% de market share na região. No mercado russo, as vendas do Grupo Renault avançaram 19,7%: com Renault e Lada, a companhia detêm 25% das vendas locais.
Desde 1º de janeiro deste ano, o grupo contabiliza os volumes de vendas das marcas Jinbei e Huasong, após a criação de uma joint venture com a Brilliance, da China. Com isso, os emplacamentos na região subiram 69,5%. No entanto, considerando a comparação com o ano passado, os volumes do grupo caíram 14,8% em um mercado que avança 4,3%.
Somente na região África-Oriente Médio-Índia, os emplacamentos do grupo estão em queda de 4,5% ao mesmo tempo em que o mercado sobe 10,1%.