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Competitividade: réquiem de uma morte anunciada

Em Florianópolis, local que escolheu para morar depois de deixar a presidência da Dana e não se aposentar totalmente, Hugo Ferreira tornou-se consultor e faz reflexões periódicas que são publicadas por Automotive Business.
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23 set 2009

1 minutos de leitura

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Desta vez ele escreve artigo para analisar notícias falando que o Brasil já exporta mais produtos básicos do que manufaturados – coisa que não acontecia há 31 anos.

Ele alinhava, em seus pensamentos, a obviedade do fato para o setor automotivo: a tendência estava evidente, diante da perda de competitividade dos nossos veículos e autopeças evidenciada já em 2006.

Depois do recorde de 900 mil veículos exportados em 2005 entramos em trajetória de baixa acentuada. Em 2006 Hugo olhou a curva e escreveu artigos para alertar sobre o risco. Agora ele volta à carga e bate firme antes de voltar à mesma tecla: reduzir o custo Brasil, insistir nas reformas trabalhista e tributária.

Ele pergunta, afinal, se vamos ficar de braços cruzados vendo nossa indústria perder competitividade até ficar obsoleta.

E você, o que acha? Mande sua opinião para [email protected].

Vale ler o artigo completo do Hugo no website Automotive Business.