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Competitividade será desafio para Belini

A busca pela competitividade no setor automotivo será uma das principais bandeiras de Cledorvino Belini à frente da Anfavea. O presidente da Fiat do Brasil, que assumiu nesta sexta-feira, 30, a presidência da entidade que reúne as montadoras, citou a necessidade de um “choque de competitividade” para transformar o Brasil em um player de expressão mundial nos próximos anos.
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Redação AB

30 abr 2010

1 minutos de leitura

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“Precisamos de um programa nacional compartilhado com adoção de políticas para investimentos em tecnologia e capacitação. O País precisa se tornar um centro de engenharia”, apontou Belini.

A tarifa de 35% para os veículos importados no Brasil é, de acordo com o executivo, ainda necessária para proteger a indústria nacional, já que atualmente o setor carece de competitividade diante de outros players internacionais.

Sobre o fim do benefício para a importação de autopeças pelas montadoras e sistemistas, Belini afirmou que o assunto requer cautela, pois o aumento de custos decorrente pode estimular a importação de veículos completos.

Abril

O novo presidente da Anfavea adiantou que em abril as vendas deverão marcar 280 mil unidades, o que representa uma queda de aproximadamente 25% em relação ao número recorde de março, último mês em que vigorou a redução do IPI. “Agora esperamos uma estabilidade nas vendas”, disse.

O executivo divulgou que a indústria automobilística brasileira irá investir, entre os anos de 2010 e 2012, US$ 11,2 bilhões, contra os US$ 8,1 bilhões do período anterior.