O desafio é dividido em duas etapas: uma nacional, para projetos desenvolvidos por brasileiros, e outra global, para desenvolvedores de outros países – foi nesta fase que a cidade brasileira ganhou mais de 200 ideias para melhorar seu trânsito considerado caótico. Em ambos os casos serão premiados os três primeiros colocados após avaliação de um júri especializado em tecnologia e mobilidade urbana, além de voto popular.
A iniciativa tem diferentes objetivos nas cidades participantes: no México, a ideia é aumentar a ocupação dos veículos na capital, que conta com mais de 20 milhões de habitantes. Em Taiwan, o programa está sendo lançado neste mês e o desafio prevê melhorar o tráfego entre a área metropolitana de Taipé, com 7 milhões de habitantes, e Yilan, popular destino turístico da região.
No primeiro semestre deste ano, o concurso também foi realizado na Austrália, com a meta de usar aplicativos e acessórios para melhorar a experiência de dirigir no Outback australiano, designação conferida ao interior desértico do país.
No ano passado, o Desafio Ford de Mobilidade promoveu concursos em dez cidades, como Bombaim (Índia), Los Angeles (EUA), Londres (Reino Unido), Lisboa (Portugal), Xunquim (China) e Johanesburgo (África do Sul). Para cada um deles, a montadora propôs a criação de iniciativas inovadoras para minimizar os impactos dos principais problemas de mobilidade, mantendo a ideia básica de compartilhar o transporte urbano do futuro e novos modelos de negócios do setor.
“Essa série de desafios ajuda a colaborar com desenvolvedores e pessoas de fora da Ford para encontrar soluções inovadoras de mobilidade que melhorem a vida das pessoas. As novas tecnologias e tendências globais estão transformando o cenário do transporte e é importante buscar soluções que tenham relevância para as pessoas em diferentes cidades”, diz Ken Washington, vice-presidente de pesquisa e engenharia avançada da Ford.