
O levantamento indica que o Índice de Expectativas (IE) caiu 1,4%, passando de 103,4 para 102 pontos. O Índice da Situação Atual (ISA) cresceu 0,9%, ao passar de 103,5 para 104,4 pontos. De acordo com os economistas do Ibre, o resultado geral sinaliza que a recuperação do nível de atividade do setor perdeu fôlego ao longo do segundo trimestre e que a indústria inicia o segundo semestre ainda em ritmo lento.
O item que avalia a situação atual dos negócios passou de 107,2 para 109,1 pontos, uma alta de 1,8%. A proporção de empresas que avaliam a situação dos negócios como fraca caiu de 10% em maio para 6,3% em junho. A parcela das que a consideram boa diminuiu de 17,2% para 15,4%.
As perspectivas para a situação dos negócios no horizonte de seis meses mostraram recuo de 4,1%, ao passar de 144,6 para 138,7 pontos, a primeira queda registrada este ano. Em junho, 8,9% das 1.180 empresas consultadas previram piora do ambiente dos negócios, contra 6,1% em maio. Aquelas que que esperam melhora dos negócios diminuíram de 50,7% para 47,6%.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria caiu 0,2 ponto porcentual, passando para 83,8% em junho.