
Março foi o sétimo mês consecutivo em que a confiança do empresário oscilou em torno dos 57,3 pontos. Em setembro do ano passado o Icei subiu para 57,4 pontos, em outubro caiu para 56,2 pontos e voltou a subir para 58,4 pontos em novembro. De acordo com a metodologia da pesquisa, o índice varia de zero a 100 e acima de 50 indica empresários confiantes. Portanto, os executivos estão otimistas, mas menos do que estavam em fevereiro.
“As oscilações dos últimos meses mostram que os empresários ainda não estão seguros com relação à retomada do crescimento da indústria”, declarou o gerente-executivo de pesquisa e competitividade da CNI, Renato da Fonseca.
Em março, o Icei caiu em todas as regiões e em todos os portes e segmentos da indústria. A maior queda foi registrada na indústria extrativa, onde o índice teve retração de 3,9 pontos em relação a fevereiro. “No caso da indústria de transformação, a queda da confiança ocorreu em 23 dos 28 setores considerados”, informa a pesquisa.
O levantamento foi feito entre 1º e 13 de março. Foram consultadas 2.257 empresas, das quais 814 pequenas, 889 médias e 554 de grande porte. A média histórica do indicador é de 59,2 pontos.