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Confiança do brasileiro aumenta em setembro

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Redação AB

18 out 2011

3 minutos de leitura

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Agência Estado

Pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostra que o brasileiro segue otimista quanto à sua situação financeira para os próximos seis meses. O Índice Nacional de Confiança (INC) de setembro, divulgado na terça-feira, 18, subiu para 154 pontos, quatro acima do nível registrado em agosto. Na comparação com setembro do ano passado, a alta foi de um ponto. O INC varia de 0 a 200 e o otimismo é caracterizado acima dos 100 pontos.

Quase metade dos entrevistados (47%) respondeu considerar boa sua situação financeira, a mesma porcentagem apurada em setembro do ano passado e uma pequena queda em comparação aos 49% de agosto de 2011. Aqueles que veem suas finanças em situação ruim subiram de 28% para 29%, acima do índice de setembro de 2010 (26%). E 42% acreditam que a economia da sua região ficará mais forte nos próximos seis meses, ante 39% em agosto. Já o porcentual de brasileiros que preveem o contrário subiu de 13% para 14%.

Para a ACSP, os dados mostram que o brasileiro vê um aperto na situação financeira, mas ainda mostra otimismo quanto ao futuro. “Os dados da pesquisa sugerem que o consumidor está mais responsável pelo orçamento, tentando guardar dinheiro e acreditando que a partir de 2012, com a alta do salário mínimo, a situação financeira vai melhorar e permitir um retorno às compras”, avaliou em nota o presidente da entidade, Rogério Amato.

O otimismo para compras de eletrodomésticos se manteve em setembro, com 43% dos entrevistados se sentindo à vontade para adquirir uma geladeira ou um fogão, por exemplo. Aqueles que se veem com pouca disposição somaram 29%. Além disso, a pesquisa mostra que 40% se sentem seguros no emprego, ante 38% em agosto. “Esses números mostram que o consumidor mantém a confiança no emprego, mesmo com as notícias da crise internacional”, afirmou o comunicado da entidade.

Na divisão por classes, a mais otimista é a C, que manteve 155 pontos em setembro. Já as classes A/B e D/E aumentaram a confiança, que passou, respectivamente, de 143 para 154 pontos e de 133 para 135 pontos.