O Icei varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 representam otimismo no setor. Apesar da estabilidade em relação ao mês anterior, quando comparado ao mesmo período do ano passado, o índice apresentou queda de 2,4 pontos.
Em nota, o economista da CNI, Marcelo de Ávila, avalia que não houve melhora significativa no ambiente de negócios. “Para que haja aumento da confiança, é preciso que haja mudanças de maior impacto na redução dos custos de produção”, disse o especialista.
O estudo destaca que, desde dezembro, o otimismo dos empresários da construção está em queda. Em maio, caiu 0,4 ponto contra abril e registrou 55,4 pontos. Em contrapartida, as indústrias extrativas e de transformação tiveram alta na confiança. Enquanto o índice da primeira cresceu 0,3 ponto, atingindo 56,4 pontos, o da segunda aumentou 0,7 ponto e registrou 54,9 pontos em maio.
O levantamento foi feito entre 2 e 14 de maio com 2.344 mil empresas, de pequeno, médio e grande porte.