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Confira 7 fatos sobre a nova Ford Ranger

Picape mais moderna da categoria tem câmbio de Mustang e condução bastante refinada
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Redação AB

23 jul 2024

4 minutos de leitura

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A nova geração da Ford Ranger estreou no Brasil em 2023. Mais do que uma bem-vinda novidade em um segmento carente de inovações, a picape elevou o sarrafo da categoria com um projeto moderno e requintes inexistentes na antiga Ranger. Automotive Business lista a seguir sete fatos interessantes (positivos ou não) do modelo:

1. Projeto é o mais moderno da categoria

A Ranger é uma das únicas picapes médias verdadeiramente atuais. Em um segmento tomado por projetos envelhecidos (alguns com quase 15 anos), o modelo da Ford é uma grata surpresa.

Lançada globalmente em 2022, ela usa uma plataforma chamada T6, que futuramente pode receber tecnologias de propulsão híbrida-leve e até totalmente elétrica. O projeto da Ranger, inclusive, é o mesmo em todas as regiões nas quais o produto é comercializado.

2. Motor e transmissão de última geração

Se a plataforma da Ranger usa tecnologia de ponta, nada mais justo do que motores e transmissões acompanharem o nível de modernidade. A picape é oferecida com duas opções de motorização turbodiesel: o Panther 2.0 (de 170 cv e 41,2 kgfm) e o Lion 3.0 V6 (com 250 cv e 61,3 kgfm).


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Em junho, a Ford anunciou a produção dos dois conjuntos na Argentina, onde a Ranger já é fabricada desde 2023. Na ocasião, a montadora nacionalizou o motor Lion 3.0 V6, sendo que o Panther 2.0 seria produzido por lá a partir deste segundo semestre. Até então, os motores eram importados da Inglaterra e da Índia, respectivamente.

Nas versões com motor V6, a transmissão automática de 10 marchas é a mesma utilizada pela Ford em modelos mais sofisticados, como a picape F-150 e o esportivo Mustang.

3. Condução refinada

Faz algumas décadas que as picapes médias ganharam um nível de conforto que as aproximam mais de automóveis de passeio do que veículos utilitários. Com a Ranger não é diferente: a engenharia da Ford dedicou bastante atenção à suspensão e à direção do projeto.

Todo o conjunto é novo, sendo que o sistema traseiro de feixes de mola com amortecedores colocados no lado de fora do chassi aumenta o curso do eixo traseiro. Já a suspensão dianteira ganhou 15 mm a mais de curso para aprimorar o conforto tanto no asfalto quanto fora dele. Na prática, a Ranger ficou muito mais confortável de guiar do que sua antecessora.

Por sua vez, a direção elétrica é adaptativa, ou seja, pode ser leve nas manobras e mais responsivo em velocidades altas. 

4. Conectividade é ponto forte da cabine

Todas as versões da nova Ranger saem de fábrica com uma vistosa tela vertical para a central multimídia, que vem com a geração mais recente do sistema Sync. Esta tela pode ser de 10 ou 12 polegadas, dependendo da configuração.

Além disso, a linha também vem com painel de instrumentos digital configurável, cujas informações são exibidas em uma tela de oito polegadas. Opcionalmente, a versão Limited pode vir com uma tela de 12,4 polegadas.

5. Segurança é destaque

Apesar do nível de competitividade, nem todas as picapes médias são seguras como automóveis. A Ranger é exceção: além de vir com 7 airbags, ela tem um pacote muito completo de assistências à condução. Na versão Limited, há ainda alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres, leitura de placas de trânsito, frenagem pós-colisão, reconhecimento de sinais de trânsito e retrovisor interno fotocrômico.

Caso acrescente o único pacote opcional disponível (de R$ 25 mil), o cliente leva para casa piloto automático adaptativo com função de tráfego, câmeras com visão em 360º, alerta de tráfego cruzado traseiro com identificação de pedestres, sensor de pontos cegos, assistente de permanência e centralização em faixas de rolamento, assistente de manobras evasivas e assistente de cruzamentos.

6. Boas credenciais para a trilha

A nova Ranger também promete se dar bem fora do asfalto. Além dos bons ângulos de entrada e de saída (30º e 26º, respectivamente), a picape tem 235 milímetros de altura livre em relação ao solo e pode atravessar trechos alagados de até 800 milímetros de profundidade.

A picape ainda vem com seletor de modos de condução, que inclui ajustes para piso escorregadio, lama e areia.

7. Preços são salgados, mas na média da categoria

Com um projeto moderno e uma lista de equipamentos bastante generosa, não é de surpreender que a Ranger custe caro. A versão Limited sai por R$ 326.990 e R$ 351.990 quando equipada com o pacote opcional exclusivo da configuração mais completa.

Se serve de consolo, na outra ponta da tabela, a Ranger XL é vendida com motor 2.0, tração 4×4 e câmbio manual de seis marchas por competitivos R$ 244.990.