
No último ano (entre agosto de 2015 e agosto de 2016), os créditos variaram de R$ 73,5 mil a R$ 619,9 mil. Os implementos agrícolas e rodoviários responderam por 37,3% da utilização dos créditos. Os tratores de roda, de esteira e retroescavadeiras ficaram com 27,3%. As colheitadeiras responderam por 22,6% e os cultivadores motorizados somaram 12,8%.
“Com a situação econômica desfavorável, em contraponto com a agricultura e pecuária em crescimento, o consórcio contribui com esse setor por seu custo baixo, prazos longos e diversidade nas formas de pagamento”, recorda o presidente da Abac, Paulo Roberto Rossi.