
A explicação dos profissionais do setor para os números negativos está no fechamento de pontos de venda. Ainda segundo a Abac, o tíquete médio do mês foi de R$ 7,6 mil, uma queda de 31,5% ante janeiro de 2015. As contemplações em janeiro somaram 63 mil unidades e pequena queda de 3,1%. Com a retração que vem sofrendo seguidamente desde 2012, o segmento de motos acabou perdendo até mesmo a liderança em participantes ativos.
Atualmente, o maior número de consorciados está nos veículos leves (automóveis, comerciais leves e utilitários), que em janeiro somaram 3,2 milhões de consumidores e alta de 7% sobre o mesmo mês de 2015. A venda de novas cotas para veículos leves atingiu 84 mil unidades no mês e registrou pequeno crescimento de 1,2% sobre o mesmo período do ano passado. Já o volume de créditos comercializados, R$ 3,39 bilhões, anotou queda de 4,8%. E o tíquete médio de R$ 40,4 mil foi 5,8% mais baixo que o do mesmo mês de 2015. As contemplações, 45 mil, significaram aumento de 4,7%.
VEÍCULOS PESADOS
No segmento de pesados, que reúne caminhões, ônibus, implementos e máquinas agrícolas, o número de novas cotas em janeiro somou 5,1 mil unidades, alta de 24,4% sobre o mesmo mês de 2015. E os 280 mil participantes ativos resultaram em alta de 6,5%. Segundo a Abac, o volume de créditos no mês somou R$ 746,1 milhões e obteve alta de 14,5%. Já o tíquete médio de 147,7 mil anotou retração de 7%. E as contemplações, 2,9 mil, recuaram 3,3%.