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O número está bem abaixo de países concorrentes do Brasil, como a China, onde o consumo per capita evoluiu de 34,1 quilos, em 1980, para 405,2 quilos por pessoa no ano passado.
Em relação ao consumo aparente, que representa a produção nacional de aço mais as importações e menos as exportações, os números divulgados pelo IABr revelam incremento de 25,3% no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo semestre de 2009, somando cerca de 13,3 milhões de toneladas. Para 2010, o IABr estima que o consumo aparente baterá o recorde de 25 milhões de toneladas, mostrando alta de 34,5% em relação ao ano anterior.
O presidente do Conselho Diretor da entidade, André Johannpeter, enumerou entre os principais desafios do setor siderúrgico brasileiro o aumento do consumo de aço no país. A prioridade do setor continua sendo o abastecimento do mercado interno, mas também ter uma posição forte no mercado internacional.
Para isso, acrescentou Johannpeter, é preciso estimular o mercado doméstico a partir de investimentos públicos e privados, regras estáveis, segurança jurídica e isonomia competitiva na importação e na exportação.
Para 2016, o instituto prevê que a produção nacional de aço bruto poderá atingir 77 milhões de toneladas, com investimentos globais de US$ 40 bilhões, envolvendo o parque já instalado no país, as novas usinas, como a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), e usinas em estudo. “Isso está vinculado a regras estáveis”, afirmou Johannpeter.
Fonte: Alana Gandra, Agência Brasil.