
Para reduzir o custo do sistema e permitir sua introdução em maior número de veículos, fator fundamental para conquistar mais clientes no Brasil, a Continental afirma que fez ajustes no Pase, usando menos antenas e sensores de proximidade. “Por meio de um projeto exclusivo, que deu origem a um produto formatado para atender a necessidades específicas da montadora, a Continental torna cada vez mais acessíveis soluções que, até então, eram destinadas somente a modelos de luxo”, avalia Paulo Alves, diretor da divisão Body & Security da Continental no País.
Com o Pase, a “chave” passa a ser um controle remoto que emite sinais para sensores instalados nos vidros laterais. Quando o motorista está com a chave remota no bolso da calça, em uma mala, pendurada à cintura, ou no fundo de uma bolsa, por exemplo, um conjunto de até antenas capta a presença do dispositivo e libera a entrada: basta tocar com a mão na maçaneta e a porta é destravada automaticamente. Uma vez dentro do carro, a partida do motor e o destravamento do volante são feitos pressionando o botão de ignição, que só funciona quando a “chave” está dentro.
Ao sair, o Pase pode ser programado para bloquear o carro, ligar o alarme e travar tudo assim que o condutor se afasta a mais de 1,5 metro. Com isso, o sistema também previne que o dispositivo fique trancado acidentalmente no interior, pois as portas só travam quando a chave está do lado de fora do carro.
Em modelos mais sofisticados, o sistema ainda reconhece automaticamente o portador da chave remota e reajusta o posicionamento do assento e espelhos externos, de acordo com as pré-configurações do motorista.