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Balanço

Continental tem lucro líquido de € 1,1 bilhão no 1º semestre

A Continental, fabricante componentes automotivos e de pneus, viu seu lucro líquido crescer 13,8% no primeiro semestre quando comparado com mesmo período do ano passado, para € 1,1 bilhão, com lucro de € 5,71 por ação contra € 5,02 registrado há um ano, informa a empresa em comunicado. Entre janeiro e junho deste ano, a empresa gerou receita de € 16,5 bilhões, leve aumento de 0,4% com relação ao anotado em iguais meses de 2012. Neste período, o EBIT caiu 1,4%, para € 1,6 bilhão.
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Redação AB

02 ago 2013

2 minutos de leitura

“Devido ao nosso posicionamento global e o aumento no número de veículos equipados com os nossos produtos, esperamos que as vendas consolidadas mostrem crescimento anual no terceiro trimestre, mas nenhuma melhoria em relação ao segundo trimestre. A principal razão para isso é que mercados de reposição de pneus para veículos leves estão se recuperando mais lentamente que o esperado, especialmente na Europa. Esperamos que, além disso, que o crescimento nos mercados asiáticos e na Nafta se estabilize durante o resto do ano. Por outro lado, haverá efeitos positivos da tendência de queda nos preços da borracha natural e sintética, principalmente atribuíveis à demanda reprimida no mercado de pneus. Esperamos que isso reduza a carga sobre a divisão de borracha na ordem de € 300 milhões no ano em curso”, declarou o presidente executivo do conselho da Continental, Elmar Degenhart.

Segundo o relatório financeiro, houve uma redução de € 864 milhões do endividamento líquido, agora em € 6 bilhões.

“Nosso endividamento líquido voltou a um nível que justifica a classificação na categoria de grau de investimento. Estamos muito satisfeitos que esta classificação foi confirmada pela Fitch, uma das três principais agências de rating”, disse o diretor financeiro Wolfgang Schäfer, referindo-se à reintegração da empresa no status de investimento divulgado em julho pela Fitch.

Ainda no primeiro semestre, a Continental investiu € 987 milhões nas áreas de pesquisa e desenvolvimento, que correspondem a 6% do faturamento. Há um ano, os investimentos em P&D foram de 5,5%. As despesas em bens de capital (imóveis, instalações, equipamentos e softwares) somaram € 864 milhões ou 5,2% da receita ante os 5% do ano anterior.

“Nossa despesa de pesquisa e desenvolvimento e as nossas despesas de capital estão em um nível elevado, saudável. Isso mostra que – especialmente frente a um ambiente econômico desafiador – nós estamos continuando a reforçar a capacidade da empresa para atender às necessidades futuras”, enfatizou Degenhart.