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Copa: Brasil terá R$ 11,5 bilhões para transporte

A secretária-geral para Grandes Eventos Esportivos da França, Thérèse Salvador, disse que um dos principais legados de uma Copa do Mundo é a melhoria do sistema de transporte nas cidades sedes dos jogos. “Tudo tem que estar no caderno de compromissos apresentado à Fifa” – explicou, ressaltando que é preciso melhorar o acesso a rodovias, trens e aviões.
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11 jul 2010

2 minutos de leitura

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França, em 1998, e Alemanha, em 2006, não precisaram fazer investimentos importantes, já que havia bons serviços de transporte. Na França a região de Saint Dennis, na periferia de Paris, onde foi construído o estádio para a Copa, ganhou novas estações de metrô e de trem. O principal esforço foi dirigido para a reforma dos estádios.

A diretora da Secretaria de Transportes de Frankfurt, Nora Pullmann, explicou que todo o sistema foi melhorado nos preparativos para a Copa do Mundo. “Nada foi novo, mas todo o sistema foi ampliado”.

Na África do Sul, o transporte mais usado nas cidades foi o táxi, mas as sedes também têm sistemas de metrô e ônibus.

Para 2014, o Brasil vai investir quase R$ 11,5 bilhões em projetos de transporte nas 12 cidades sedes. O ministro das Cidades, Marcio Fortes, lembrou que foi lançado, no começo do ano, o Programa de Aceleração do Crescimento da Copa do Mundo e, simultaneamente, o PAC da Mobilidade Urbana na Copa.

Fortes explicou que foram selecionados projetos que tenham um cronograma confortável para execução até 2014. “Todas as sedes têm projetos como o monotrilho, o Veículo Leve Sobre Trilho e 21 BRTs, que são corredores exclusivo de ônibus.” Além disso, o ministro cita obras viárias para melhorar o acesso às cidades e a circulação dentro delas, como o alargamento de uma avenida ou a construção de um viaduto.

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Mesmo com a mudança de governo a partir de 2011 ele garantiu que não haverá problemas com os recursos dos projetos, já que a verba é do programa Pró-Transporte, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e já foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional.

Fonte: Akemi Nitahara, Agência Brasil.