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Corte é aceito e greve termina na Volvo

Terminou na manhã da quarta-feira, 10, a paralisação de mais 2 mil trabalhadores da fábrica de caminhões da Volvo em Curitiba (PR), que havia sido iniciada um dia antes em protesto contra a demissão de 206 empregados anunciada pela empresa (leia aqui). Em assembleia na porta da planta, os funcionários decidiram encerrar a greve após aceitar a proposta da montadora, que pagará um pacote de benefícios aos demitidos.
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Redação AB

10 dez 2014

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Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), para as rescisões que ocorrem hoje a direção da empresa se comprometeu a pagar o mínimo de R$ 15 mil de aviso prévio legal e abono adicional proporcional ao tempo de trabalho na Volvo, de meio salário para quem está de 0 a 4 anos na empresa, um salário para 5 a 9 anos, 1,5 salário para 10 a 14 anos, 2,5 salários de 15 a 19 anos e três salários para os que têm mais de 20 anos de casa.

Os trabalhadores optaram pela distensão nas negociações com a empresa, já que ontem o sindicato dizia que não aceitaria as demissões e exigia que fossem estudadas alternativas ao corte de funcionários, como adoção de regime de suspensão temporária de contratos de trabalho (layoff) e utilização do banco de horas.

A Volvo emprega cerca de 4 mil trabalhadores e produz diariamente 80 caminhões pesados, 44 médios e oito chassis de ônibus.