
Também serão inclusos novos modelos à frota atual: a CPFL está em negociações com a BYD, fabricante chinesa, para a compra dos utilitários elétricos E6 e Hybrid, além da própria Renault, parceira da empresa desde a primeira fase do projeto, desta vez para a aquisição dos elétricos Fluence e Twizy.
O número de postos de recarga passará de quatro para 21 unidades e serão instalados em locais públicos e de fácil acesso, como shoppings, postos de serviços, prefeitura e locadoras de veículos. Dois pontos serão colocados fora de Campinas, sendo um Jundiaí (SP) e outro na capital paulista, para maior segurança para viagens interurbanas de curtas distâncias.
Nesta segunda etapa, a empresa pretende ampliar o uso da tecnologia de propulsão elétrica para expandir o escopo dos estudos. Entre as novas ações, a CPFL dispor alguns dos veículos da frota elétrica para aluguel em locadoras, a fim de avaliar a utilização diária dos carros por motoristas comuns. Além disso, os modelos elétricos serão introduzidos na frota pública executiva e na municipal de táxi.
“Com este projeto, almejamos desenvolver e qualificar a CPFL Energia e o setor elétrico brasileiro para os impactos da expansão da mobilidade elétrica e para que possamos atuar de forma pioneira em novos negócios no momento em que os veículos elétricos se tornarem uma realidade”, afirmou o diretor de estratégia e inovação do grupo, Rafael Lazzaretti.
Patrocinado com recursos do programa de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o programa mobilidade elétrica da CPFL conta, atualmente, com a parceria institucional do CPqD, da Unicamp, das portuguesas CEiiA e Mobi2.E e da Renault.
Com o fim da primeira fase dos estudos, a CPFL compilou uma série de dados que mostram as vantagens do carro elétrico, seu baixo impacto no consumo da energia elétrica e custo operacional (leia aqui).