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CSM enxerga vantagens na aliança Fiat-Chrysler

“A aliança entre Chrysler e Fiat deve ser benéfica para as duas partes” – admite Paulo Cardamone, vice-presidente da CSM Worldwide. Ele lembra que a Chrysler não tem presença global e deverá se apoiar na rede de distribuição da empresa italiana para levar seus produtos à Ásia, Europa e América do Sul.
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21 jan 2009

1 minutos de leitura

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Para a CSM, em 2012 ou 2013 carros pequenos da Fiat poderão estar sendo montados nos Estados Unidos em instalações da Chrysler, elevando a escala de produção das duas empresas. A Fiat fornecerá motores, já detém tecnologia moderna de powertrain e transmissões através da FPT Powertrain Technologies.

Com a iniciativa da aliança a Fiat abre caminho para levar suas marca ao mercado norte-americano e encontrará a fórmula adequada para distribuir os melhores produtos Alfa Romeo na região, por meio de concessionários Chrysler. “Estruturar uma rede de distribuição exclusiva custaria muito caro e o Sergio Marchio, CEO, sabe disso” – garante Cardamone.

O consultor da CSM afirma ainda que a aliança trará vantagens mútuas no que diz respeito à preservação da rede de fornecedores de componentes e serviços das duas marcas, com maior escala nas encomendas.

Segundo Cardamone, a nova aliança tornará mais atrativos os 19,9% que a Daimler mantém na Chrysler. “A empresa alemã já manifestou interesse em se desfazer da participação, mas só agora deverá encontrar ambiente mais favorável para a venda. Ele não está certo do interesse da Fiat em absorver esses 19,9% e completar 55% de participação na Chrysler.