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CSN reitera meta de ter fatia maior na Usiminas

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Redação AB

31 mar 2011

3 minutos de leitura

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Chiara Quintão, Agência Estado

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) reiterou ontem sua meta de obter uma participação de 10% na rival Usiminas. “A participação na Usiminas tem um valor muito importante para a CSN”, disse o diretor executivo de Relações com Investidores da companhia, Paulo Penido. Segundo ele, a participação da CSN na Usiminas chegou a 8,6% das ações ordinárias (ON, com direito a voto) em 21 de março.

“Estratégico é explorar o que podemos fazer com as melhores práticas de gestão para fazer uma CSN melhor e uma Usiminas melhor”, disse, enfatizando que existem sinergias. No passado, por exemplo, as duas empresas compravam carvão juntas.

De acordo com Penido, essa meta de 10% das ações pode até ser superada. “Poderemos passar um pouco da participação de 10% e ter um assento no Conselho da Usiminas”, acrescentou. Ele disse ainda que o grupo não tem pressa para alcançar os 10%. Alguns meses atrás, havia rumores de que a Camargo Corrêa e a Votorantim, acionistas da Usiminas, teriam intenção de vender sua participação.

O avanço da CSN aumentou esses rumores e provocou uma reação por parte dos controladores do grupo siderúrgico mineiro. Em 18 de fevereiro, Camargo Corrêa, Votorantim e a japonesa Nippon Steel renovaram o acordo de acionistas da Usiminas até 2031.

A possibilidade de entrada de uma nova empresa ou grupo no bloco de controle da Usiminas esbarra justamente no acordo de acionistas. Isso porque, pelo acordo, qualquer membro do bloco que decida se desfazer de seus papéis precisa oferecê-los primeiro aos demais participantes desse grupo.

No mercado, circulam rumores de que o grupo Gerdau também teria interesse de entrar no bloco de controle da Usiminas. Segundo uma fonte, a CSN teria decidido comprar participações da Usiminas em mãos do mercado para se proteger dessa potencial aproximação entre a Gerdau e a siderúrgica mineira. Penido não comentou essa informação. Ressaltou, porém, que Gerdau e Usiminas têm focos diferentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.