Chain aposta na retomada das vendas de veículos comerciais apenas em 2013 e revela que há ainda uma série de dificuldades a serem superadas para arredondar a transição da tecnologia Euro 3 (Proconve P5) para Euro 5 (Proconve P7). Uma delas é a disponibilidade ampla de diesel limpo, com baixo teor de enxofre, outra a da solução de ureia Arla 32 (que a Cummins oferece em seus distribuidores), que são duas condições essenciais para fazer funcionar adequadamente os motores Euro 5 com sistema SCR. Um terceiro desafio é vencer a resistência dos frotistas à inovação que representa a adoção da tecnologia Euro 5, mais complexa e que exige novos conhecimentos e adaptação em várias frentes.
“Os obstáculos na introdução de Euro 5 no Brasil não são muito diferentes dos enfrentados na Europa. Outros países tiveram problemas equivalentes. Mas é inegável que poderíamos ter evitado algumas dificuldades, como a distribuição de diesel limpo e Arla, a disseminação de conhecimento sobre as novas tecnologias. Talvez pudéssemos ainda ter minimizado o tranco que representou para a cadeia de suprimentos automotivos a passagem da legislação”, disse.
Assista a entrevista de Luis Chain para a ABTV: