
O “Super Truck”, como é chamado, além de materiais mais leves, leva um motor mais eficiente e uma carroceria com melhor aerodinâmica. As suas rodas têm pneus com menor resistência ao rolamento e são cobertas pela mesma estrutura da carroceria, diminuindo ainda mais o arrasto. Além disso, o caminhão é equipado com um sistema que converte o calor expelido em potência para o virabrequim e controles eletrônicos que usam as informações de rota para otimizar o uso do combustível.
A Cummins, a Peterbilt, algumas empresas parceiras e instituições de pesquisa investiram cerca de US$ 38,8 milhões ao longo de quatro anos para a realização deste projeto, iniciado em 2010. Os testes com o “Super Truck” continuarão este ano com o objetivo de chegar a níveis de economia ainda mais elevados.
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Outro projeto que a Cummins tem tocado a fim de oferecer novidades sustentáveis ao mercado norte-americano funciona em parceria com a Eaton. As duas desenvolveram juntas uma nova transmissão automatizada, a ISX15, que promete proporcionar uma economia de 3% a 6% no consumo de combustível, além de redução dos custos com manutenção preventiva. O produto estará disponível nos Estados Unidos a partir do segundo semestre deste ano.
O presidente das operações de caminhões da Eaton para a América do Norte, Tim Sinden, declarou que o nível de integração entre esta transmissão e o motor é o melhor que existe hoje no segmento de pesados na América do Norte.
Para chegar à redução do consumo, melhorias de hardware e software foram feitas na transmissão, que tem a maior parte feita em alumínio. Um novo sistema de lubrificação também ajuda na eficiência. E o sistema de arrefecimento foi eliminado, fazendo com que a peça seja 75 quilos mais leve do que as transmissões automatizadas convencionais.
O pacote de powertrain passa por vários testes de campo com veículos de frotas. Nas mais recentes avaliações, asseguram as fabricantes, a redução de 3% a 6% tem sido obtida.