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Curado explica a posição polêmica da Embraer

Com a demissão de 20% do efetivo, a Embraer foi ajustada para o que será o mercado de aviação internacional em 2009 e 2010. Foi o que disse o presidente da companhia, Frederico Curado, aos jornalistas. Segundo Marli Olmos, do Valor, ele afirmou que não existe perspectiva de melhora antes de 2011. Por isso, a idéia é brigar para reverter a liminar que determinou a suspensão das demissões. “Não é justo sermos condenados a nos adaptar a uma situação incompatível com o nível de atividade da empresa, afirma.
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cria

05 mar 2009

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Curado disse ainda que a súbita sucessão de pedidos de adiamentos de entregas de aeronaves na virada do ano provocou a opção pelos cortes que atingiram em torno de 4,2 mil empregados.

“A virada foi drástica e muito rápida” – assegurou à jornalista Mariana Barbosa,do Estadão. Ele não prevê mais demissões, mas diz que é o mercado que determina o emprego.

Curado esclareceu que o BNDES tem contribuído bastante com as operações da fabricante, particularmente nas exportações, mas não financia a Embraer, mas sim os clientes dela. “O apoio é muito importante, mas não se trata de um favor do banco para a empresa. O banco tem lucro com essas operações”.

O executivo espera que a Força Aérea Brasileira continue comprando os aviões fabricados pela empresa e cita o caso de duas aeronaves antigas da frota do governo que acabaram de ser substituídas por modelos Embraer.