Curado disse ainda que a súbita sucessão de pedidos de adiamentos de entregas de aeronaves na virada do ano provocou a opção pelos cortes que atingiram em torno de 4,2 mil empregados.
“A virada foi drástica e muito rápida” – assegurou à jornalista Mariana Barbosa,do Estadão. Ele não prevê mais demissões, mas diz que é o mercado que determina o emprego.
Curado esclareceu que o BNDES tem contribuído bastante com as operações da fabricante, particularmente nas exportações, mas não financia a Embraer, mas sim os clientes dela. “O apoio é muito importante, mas não se trata de um favor do banco para a empresa. O banco tem lucro com essas operações”.
O executivo espera que a Força Aérea Brasileira continue comprando os aviões fabricados pela empresa e cita o caso de duas aeronaves antigas da frota do governo que acabaram de ser substituídas por modelos Embraer.