O processo já começou. Desde 2009 a cidade conta com a Linha Verde, 32 unidades articuladas que são abastecidas apenas com biodiesel obtido a partir da soja. Ducci estima que a frota seja responsável por transportar 80 mil pessoas por dia. Para este ano já está programado um aumento da linha para 40 veículos.
Outra aposta é no chassi híbrido que começou a ser produzido pela Volvo no Paraná este mês. O município investiu R$ 26 milhões na aquisição de 60 unidades, que vão rodar na cidade a partir de agosto. Os ônibus combinam um motor elétrico com um a combustão, que será abastecido apenas com biodiesel. O modelo promete reduzir em 30% o consumo de combustível e em 90% as emissões de CO2 na comparação com a versão apenas a combustão Euro 3.
A decisão do prefeito de Curitiba se assemelha ao que foi determinado na cidade de São Paulo, que vai eliminar o uso de combustíveis fósseis do transporte público até 2018. O município ainda não definiu quais serão as suas novas fontes de energia, mas vem testando uma série de tecnologias. Uma das apostas é o diesel de cana-de-açúcar.
