
“Conseguimos com os nossos parceiros condições extremamente atrativas e competitivas, minimizando os impactos das mudanças no Finame. Nosso time de vendas está totalmente preparado para negociar planos de crédito que atendam às necessidades dos nossos clientes, de autônomos a frotistas”, afirma Jorge Medina, diretor de vendas e marketing da DAF Caminhões Brasil.
No fim de janeiro, o BNDES liberou as operações via Finame PSI após readequação do sistema financeiro para adotar as novas regras e taxas. Como o banco não subsidiará mais 100% do bem, bancos e montadoras correram para apresentar soluções a fim de tornar viável um financiamento que cobrisse o restante do valor, que poderia ser dado como entrada ou financiado a uma taxa variável.
Dadas as condições, as principais marcas que atuam no País começaram a anunciar suas próprias alternativas para suprir a parcela que não será mais coberta pelo BNDES. A Mercedes-Benz foi uma das primeiras a anunciar sua solução, com o uso de capital de giro, uma linha de financiamento também do BNDES. Por meio do Banco Mercedes-Benz, caminhões e ônibus da marca poderão ter taxas fixas de juros com variação entre 1,05% e 1,29% ao mês, complementando a parcela do Finame PSI e assim permitindo o financiamento de 100% do valor do bem (leia aqui).
Na sequência, outras empresas como Ford, Iveco e MAN Latin America (Volkswagen Caminhões e Ônibus) também anunciaram suas alternativas para atrair clientes (leia aqui).
Já no início deste mês, o BNDES anunciou outra alternativa ao valor não coberto pelo PSI, com juros fixados em 15,74% a.a. (leia aqui).