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BNDES

DAF oferece crédito complementar ao Finame PSI

Seguindo o modelo de outras fabricantes de caminhões no Brasil, a DAF anuncia parceria com a Alfa Financeira, do Banco Alfa, Bradesco e Itaú para oferecer uma alternativa de crédito complementar ao Finame PSI, que devido às novas regras, passa a subsidiar de 50% a 70% do veículo, dependendo do porte da empresa. Por meio do CDC – crédito direto ao consumidor – a rede de concessionárias da marca financiará o modelo XF105 com taxas de juros a partir de 0,40% ao mês e planos com prazo máximo de até 60 meses. O plano requer entrada de 10% a 30% do valor do bem.
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Redação AB

06 fev 2015

2 minutos de leitura

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“Conseguimos com os nossos parceiros condições extremamente atrativas e competitivas, minimizando os impactos das mudanças no Finame. Nosso time de vendas está totalmente preparado para negociar planos de crédito que atendam às necessidades dos nossos clientes, de autônomos a frotistas”, afirma Jorge Medina, diretor de vendas e marketing da DAF Caminhões Brasil.

No fim de janeiro, o BNDES liberou as operações via Finame PSI após readequação do sistema financeiro para adotar as novas regras e taxas. Como o banco não subsidiará mais 100% do bem, bancos e montadoras correram para apresentar soluções a fim de tornar viável um financiamento que cobrisse o restante do valor, que poderia ser dado como entrada ou financiado a uma taxa variável.

Dadas as condições, as principais marcas que atuam no País começaram a anunciar suas próprias alternativas para suprir a parcela que não será mais coberta pelo BNDES. A Mercedes-Benz foi uma das primeiras a anunciar sua solução, com o uso de capital de giro, uma linha de financiamento também do BNDES. Por meio do Banco Mercedes-Benz, caminhões e ônibus da marca poderão ter taxas fixas de juros com variação entre 1,05% e 1,29% ao mês, complementando a parcela do Finame PSI e assim permitindo o financiamento de 100% do valor do bem (leia aqui).

Na sequência, outras empresas como Ford, Iveco e MAN Latin America (Volkswagen Caminhões e Ônibus) também anunciaram suas alternativas para atrair clientes (leia aqui).

Já no início deste mês, o BNDES anunciou outra alternativa ao valor não coberto pelo PSI, com juros fixados em 15,74% a.a. (leia aqui).