logo

apache

Dafra e Kasinski ganham espaço

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

cria

04 ago 2011

4 minutos de leitura

G_noticia_11241.jpg
NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Mário Curcio

Duas fábricas de motos encontraram nas promoções um jeito de atrair de clientes, especialmente os da Honda, que detém 78,9% do mercado. Uma delas foi a Dafra com o plano Manutenção Zero, em que isenta os compradores da motocicleta Apache 150 modelo 2012 (foto ao lado) de custos com troca de óleo e mão de obra durante um ano, independentemente da quilometragem. “Essa foi a forma que encontramos de fidelizar o cliente”, afirma o diretor de pós-vendas da Dafra, Oduvaldo Cardoso.

Veiculada na TV a partir de 7 de julho e somada a outras ações de marketing, a Apache teve 1.587 unidades emplacadas em julho, ante 1.297 no mês anterior, alta de 22,3%. Na comparação com o mesmo mês de 2010 a alta é de 41,1%. Na cidade de São Paulo já é possível ver o resultado da ação pois, nas últimas semanas, Apaches novinhas começaram a espocar nas ruas. O modelo tem preço sugerido de R$ 6.790.

“Além do plano Manutenção Zero, definimos preços competitivos para itens de desgaste frequente como o kit de transmissão final (formado por corrente, coroa e pinhão), pastilhas e sapatas de freio”, diz Cardoso. Ele recorda que a Apache é hoje o modelo mais vendido da Dafra. Embora ainda não haja nada concreto, Cardoso admite a possibilidade de estender a Manutenção Zero a outros modelos.

A marca passou 2010 se acotovelando com a Suzuki pelo terceiro lugar no ranking de vendas e desde dezembro não largou mais o osso. Atualmente, detém 2,53% do mercado, ante 2,23% da Suzuki.

Na Kasinski, redução de preços e garantia são os atrativos

Apertada pelos bons resultados da concorrente Honda num segmento intermediário (250-300 cc), a Kasinski também se viu obrigada a fazer promoções, baixando sua Comet GT 250 (acima) de R$ 11.700 para R$ 9.990, redução de 14,6% : “As vendas da Honda CB 300 R (concorrente direta da Comet) subiram e resultaram em perda de participação da nossa moto no segmento. Então, renegociamos com o fornecedor (a sul-coreana Hyosung) e conseguimos baixar o preço”, afirma Cláudio Rosa Júnior, presidente da CR Zongshen, que controla a Kasinski.

“No começo do ano já havíamos feito algo semelhante para a versão esportiva da Comet, a GT 250 R, por causa do estoque 2010 de outra concorrente, a Kawasaki Ninja 250.” No site da Kasinski, a GT 250 R permanece com desconto (de R$ 15.100 para R$ 13.990, redução de 7,4%).

A garantia de três anos também é usada como chamariz para a urbana Comet 150 e para o scooter Prima 150. Com ações desse tipo, publicidade na TV e ampliação da rede, a fabricante ocupa hoje o quinto lugar no ranking de vendas e respondeu por 1,85% dos emplacamentos de motos em julho. No mesmo mês do ano passado a marca tinha menos de 0,9% desse mercado.