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Giovanna Riato, AB
Firmada inicialmente para desenvolver automóveis compactos, a parceria entre a Daimler e a Renault-Nissan deve ser ampliada para envolver também veículos elétricos. Rever o acordo seria uma solução para atender a normas cada vez mais rígidas de emissões de poluentes na Europa, que, a partir de 2020, determinam 95 gramas de CO2 por quilômetro como limite de para automóveis.
“Não seremos capazes de atingir esta meta sem veículos elétricos com baterias e células de combustível”, avaliou Thomas Weber, chefe de pesquisa da Daimler, em entrevista à Reuters. As emissões dos modelos da montadora são, em média, de 160 g de CO2 por quilômetro. A fabricante busca ganhar escala para garantir competitividade no novo cenário.
Segundo o executivo, a cooperação com a Renault-Nissan envolveria as três marcas no desenvolvimento de motores elétricos, baterias e powertrain. A Daimler anunciou ainda que pretende vender 150 mil automóveis com zero emissão de poluentes na Europa em 2020. Em 2009 a montadora comercializou cerca de um milhão de unidades em todo o mercado global.
