As principais conclusões do estudo, intitulado “ELAB” (Auswirkungen der Elektrifizierung des Antriebsstrangs auf Beschäftigung und Standortumgebung), que significa “efeitos da eletrificação dos motores no emprego e no ambiente de negócios”, foram divulgadas nesta segunda-feira, 2, em Stuttgart, na Alemanha, por todas as partes envolvidas no projeto.
Em geral, a análise aponta que a evolução tecnológica dos veículos, ou seja, a elaboração e o desenvolvimento de tecnologias verdes gerarão novas contratações na indústria. Em todos os mercados examinados, que estão dando os primeiros passos para a criação das novas tecnologias, já houve um acréscimo de mão de obra especializada.
Os pesquisadores examinaram; aliás, o impacto da produção de novas tecnologias verdes que devem estar presentes nos veículos em 2030, dividindo-os entre híbrido leve, totalmente híbrido, totalmente elétrico com bateria, os que usam célula de combustível a hidrogênio, e os que levam motores de combustão.
O estudo aponta que haverá mudanças profundas na cadeia produtiva. Além disso, prevê que a produção de carros elétricos poderá ser dificultada por causa das incertezas do mercado e riscos econômicos tanto para fabricantes quanto para fornecedores. Menciona também que os métodos de fabricação precisarão ser aprimorados e que os requisitos de qualificação dos funcionários também deverão mudar.