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Déficit da balança de autopeças subiu 27,2%

O déficit brasileiro no comércio de autopeças aumentou 27,2% no acumulado de janeiro a julho na comparação com o mesmo período de 2011. O saldo negativo no período chegou a US$ 3,38 bilhões. Na variação mensal, a alta foi de 9,83%. Ainda em julho, as importações somaram US$ 1,42 bilhão e as exportações, US$ 933 milhões, levando a um déficit mensal de US$ 488 milhões. As informações são do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), elaboradas a partir de dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
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Redação AB

27 ago 2012

1 minutos de leitura

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Por macrorregião, as maiores participações nas importações brasileiras de janeiro a julho são da Europa, com 39,8%, e da Ásia e Oceania, com 35,7%. Foi desta segunda macrorregião o maior crescimento no período, com 18,1%. Os cinco principais exportadores de autopeças para o Brasil foram Estados Unidos (12,2% do total), Alemanha, Japão, China e Argentina. O total de importações (de 139 países) foi de US$ 9,46 bilhões.

A América do Sul mantém-se como principal destino dos componentes automotivos produzidos no Brasil, 46,4% do total, mas acusou o maior decréscimo, de 11,2%, na comparação com o período janeiro-julho de 2011. A macrorregião formada por Ásia e Oceania também respondeu pela maior alta (23,6%) nas exportações nestes sete meses quando confrontadas com igual período do ano passado. Os cinco maiores compradores de componentes brasileiros foram Argentina (34% do total), Estados Unidos, México, Alemanha e Venezuela. As exportações, para 177 países, somaram US$ 6,08 bilhões. Clique aqui para ver mais detalhes.