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Automotive Business, com dados do Sindipeças
A balança comercial de autopeças de janeiro a novembro de 2010 apresentou déficit de US$ 3,425 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, compilados pelo Sindipeças. As exportações ficaram no patamar de US$ 8,715 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 12,140 bilhões.
Metade das vendas externas de componentes automotivos produzidos localmente foi destinada à América do Sul (50,40%), região da qual o Brasil importou 11,17% do total. A Europa absorveu 19,27% das exportações brasileiras, cabendo à América do Norte 22,41%.
Os países europeus foram a principal fonte das autopeças importadas, com 41,52% dos suprimentos. Da Ásia e Oceania vieram 30,84% e da América do Norte 15,53%.
O Japão foi o maior fornecedor de autopeças para o Brasil, com US$ 1,72 bilhão de janeiro a novembro de 2010, seguido da Alemanha (US$ 1,64 bilhão), Estados Unidos (US$ 1,57 bilhão) e Argentina (US$ 1,24 bilhão).
A Argentina foi o principal destino das autopeças brasileiras no período, com US$ 3,34 bilhões, seguida dos Estados Unidos (US$ 1,15 bilhão), México (US$ 769 milhões) e Alemanha (US$ 611 milhões).
