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Déficit na balança de autopeças soma US$ 716,5 milhões

O déficit comercial brasileiro de autopeças no primeiro bimestre somou US$ 716,56 milhões, valor 41,7% inferior ao do mesmo período do ano passado. As importações foram 30,2% menores no período e as exportações diminuíram 17,2%. As compras externas totalizaram US$ 1,62 bilhão nos dois primeiros meses de 2016 e os embarques, US$ 905,57 milhões. Os números foram divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) a partir de dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
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Redação AB

15 mar 2016

1 minutos de leitura

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– Veja aqui o estudo do Sindipeças

A Alemanha perdeu para os Estados Unidos o primeiro lugar como principal fornecedor de autopeças para a indústria brasileira. De lá vieram US$ 186,46 milhões em itens. Dos EUA foram adquiridos em dois meses US$ 202 milhões em componentes. A China tomou o terceiro lugar do Japão ao vender US$ 161,3 milhões em peças para o Brasil.

No caminho oposto, a Argentina permanece como principal comprador de componentes brasileiros. No entanto, o embarque de US$ 265 milhões para o país vizinho indica retração de 30,1% ante o valor anotado no primeiro bimestre do ano passado. Os Estados Unidos permanecem como segundo maior destino, para onde o Brasil enviou US$ 158,6 milhões em autopeças neste primeiro bimestre. O valor é 10,7% menor que o anotado no mesmo período de 2015.