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Déficit nas autopeças passa de US$ 3 bi

A balança comercial de autopeças acumula de janeiro a agosto um déficit de US$ 3,31 bilhões. O número, porém, é 23,5% menor que o anotado nos mesmos oito meses de 2015. O levantamento foi feito pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) a partir de dados fornecidos pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).
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Redação AB

21 set 2016

2 minutos de leitura

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-Veja aqui todos os dados divulgados pelo Sindipeças
-Outros estudos e estatísticas estão na seção AB Inteligência

As exportações caíram 16% no confronto com o mesmo período do ano passado e as importações foram 19,4% menores. Os componentes enviados pelo Brasil para 174 mercados somaram US$ 4,35 bilhões. As compras vieram de 155 países e alcançaram US$ 7,7 bilhões.

A Argentina ainda ocupa o primeiro lugar na lista de destinos das exportações, com US$ 1,2 bilhão em componentes enviados, mas queda de 30,8% ante o mesmo período do ano passado. Para os Estados Unidos, segundo maior comprador do Brasil, os embarques totalizaram US$ 710,4 milhões e queda de 15,2%.

No caminho oposto, as importações, os EUA se mantêm firmes no topo da lista. Enviaram de janeiro a agosto mais de US$ 1 bilhão em componentes ao Brasil. O número é 13,6% menor que o anotado no mesmo período de 2015. A Alemanha permanece como segundo maior fornecedor, com US$ 850,6 milhões e retração de 8,3%. Terceira colocada, a China vendeu ao País US$ 777,4 milhões em componentes, 22,7% a menos que em igual período de 2015.

Japão e Coreia do Sul ocupam o quarto e quinto lugares entre os maiores fornecedores. Na lista dos 20 principais fornecedores ao Brasil, os dois países registram as maiores quedas (33,7% e 34,5%, respectivamente) no confronto com o mesmo período do ano passado.