
Os dados foram divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) a partir de informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).
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As exportações recuaram 14,8% e as importações caíram 13%. Os embarques somaram US$ 5,98 bilhões e as compras externas, US$ 10,9 bilhões.
A Argentina permanece como principal destino e absorveu 28,5% das autopeças brasileiras exportadas. O país vizinho adquiriu US$ 1,7 bilhão em componentes de janeiro a novembro. No entanto, esse valor é 27,4% menor que o anotado nos mesmos 11 meses do ano passado.
O segundo maior destino são os Estados Unidos, com US$ 964,5 milhões, valor 14,1% menor que o anotado em igual período de 2015. Os EUA também permanecem como o maior fornecedor de componentes para o Brasil, com US$ 1,5 bilhão e pequena queda de 4,7% ante iguais meses do ano passado. A Alemanha mantém a segunda colocação entre os fornecedores, mas a vantagem para a China, terceira colocada, é de apenas US$ 58,2 milhões, ou 0,5 ponto porcentual.
Coincidentemente, essa vantagem de 0,5 pp se repete na análise por macrorregiões, em que a Europa detém 35,2% e o bloco da Ásia e Oceania, 34,7%.